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DEO ROZINDO FILHO

Filho de peixe, peixinho é. Isso é sabido há décadas. No caso de Deo Rozindo Filho, a genética confirma. O seu pai, Deo Rozindo, foi gerente de vários bancos, atuou em grandes empresas como diretor e consultor, até abrir a Parati Crédito, Financiamento e Investimentos.
Aos 36 anos, o jovem Deozinho, como é conhecido, já tem um admirável currículo. Após cursar Economia, ficou um ano na Boston University, EUA, concluindo o seu mestrado. De volta à terra, foi trabalhar com o pai e hoje domina grande parte da empresa com muita dedicação.
Recentemente, foi escolhido pelo Banco Central do Brasil para um intercâmbio em Hong Kong reunindo representantes de bancos centrais de outros países. Na pauta, a Fintech. O que é isso? Trata-se da maior inovação dentro do mercado financeiro. A ideia é desburocratizar. Fintech é a conjunção das palavras “Financial” e “Tecnology”. É uma startup que trabalha para otimizar serviços do setor financeiro. E, ora vejam só, o capixaba Deozinho é referência na atuação nacional. Daí o convite para conhecer como funciona isso na Ásia. A proposta inclui tornar o atendimento sem loja física, com economia e qualidade.
Do Brasil, nove empresas participaram e apenas a PARATI do ES. O encontro aumentou o seu fascínio pelo mundo asiático, já que antes visitou outros países como a Tailândia. Desta vez, foi até a China e se impressionou principalmente com a velocidade que as coisas acontecem por lá. E, segundo suas palavras, o futuro dos negócios no mundo passará exatamente por aí: VELOCIDADE E MUDANÇAS. “Não há como esperar acontecer, insistir na burocracia que vivemos aqui no Brasil” – afirma.
Deozinho ficou extasiado com a visita ao WeChat, o aplicativo mais importante no mundo, com 1 bilhão de usuários. “Através dele, você elimina todos os outros aplicativos e concentra a sua vida toda ali, podendo resolver tudo. Tudo mesmo, em poucos minutos. Para que tenham ideia, acabaram de inserir mais um serviço: casamentos. Ali, você pode mudar até o seu estado civil” – ele conta. Mas, o jovem empresário nos garante que o maior aprendizado nesta temporada foi que eficiência não é pagar, é aprender a conviver com o que tem. Arrasou!



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