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CLASS/ESPECIAL

NOSSO PATRONO

Como sempre me preocupei em ser grato, não poderia, mais uma vez, deixar de exaltar aquele que foi o nosso PATRONO, um padrinho, aquele que nos estimulou a abrir a Revista CLASS. Num almoço no extinto restaurante PISCIS, quando fui pedir um anúncio da SAMARO para fazer duas páginas de retrospectiva social no jornal CORREIO POPULAR, onde escrevia, ele perguntou: “Quanto você ganha nisso?” Resposta: “NADA, é só para dar condição de bancar os clichês!”
Sério, o sangue turco nos respondeu: “Isso não existe! Olha, Vitória precisa de uma revista social e não tem ninguém melhor do que você para fazer isso. Se as cinco primeiras edições derem prejuízo, eu banco!” Como esquecer isso? Mesmo não sendo preciso, ele apenas pagava a publicação da sua empresa, vou morrer grato ao meu amigo JOSÉ SALIM AMARO. Obrigado! Obrigado! Obrigado!



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