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CLASS/ARTIGO

A MAGIA DO NATAL

Por Jorginho Santos
Não preciso dizer o quanto o NATAL é importante para mim. Todos que me acompanham, que gozam da minha amizade, que em algum tempo conviveu comigo, sabem o quanto AMO a data. E como prova disso, após ter sido vítima de uma bactéria numa noite de NATAL que quase me custou a vida, quando recuperado, resolvi usar o TEMA para comemorar meu aniversário, o que com certeza fui o único até hoje a festejá-lo assim num mês de maio.
Tempos atrás, li um artigo onde afirmavam que estudos na Dinamarca comprovaram que já há algum tempo o NATAL é uma farsa. Acho que houve exagero na conclusão dos estudos, porque basta lembrar que se trata do aniversário de JESUS CRISTO, só por isso acho sufi ciente para tornar a data importantíssima. É óbvio que a maio- ria foca mais no comercial, na oportunidade de ganhar dinheiro. Isso, infelizmente, é inquestionável. Mas, comigo trago boas lembranças de ainda menino na Vila Rubim: quantas manhãs de Natal maravilhosas, acordava com a cama rodeada de todos os presentes que Papai Noel nunca me negou.
Naquela época, a magia do Natal era contagiante e cresci vendo atitudes solidá- rias até mesmo em quem não tinha muito o que dividir. E assim vivi momentos que aguçavam a minha sensibilidade e o compromisso de aprender a dividir. E, com a minha mesada, já fazia cestas de Natal para entregar aos mais pobres. O NATAL ensina isso ainda hoje. Quantas pessoas que apenas nesta data se lembram de presentear alguém, de levar um pouco de alegria aos menos favorecidos? Quando agimos assim, estamos na verdade presenteando o aniversariante – JESUS CRISTO. É o melhor presente que podemos lhe dar. É demonstrar compaixão, solidariedade, carinho e amor por pessoas que, de alguma forma, vivem deprimidas, sem esperanças, sem luz, sem o afago que ilumina a alma e faz o coração sorrir.
Natal é doação! É o momento exato de PERDOAR, de abraçar, de externar o amor que temos por familiares e todos aqueles que escolhemos como AMIGOS. É verdade que as datas festivas se tornaram quase uma válvula de escape para os comerciantes, mas atualmente já não representam grande diferença no volume de vendas. Hoje, o décimo terceiro salário, que era destinado para gastos com presentes e a ceia natalina, já chega comprometido porque os ganhos não são sufi cientes no orçamento familiar. Óbvio que falamos da maioria, e são esses que na realidade movimentam o comércio.
Não precisamos ir muito longe para constatar que a imagem de PAPAI NOEL ficou desgastada e perdeu a sua popularidade porque desmistificaram a sua figura de “Bom Velhinho”, tantas foram as crianças que ele esqueceu de realizar o sonho. Lembro de uma época em que as primeiras-damas de Estado faziam a alegria de centenas de famílias, distribuindo brinquedos e cestas básicas em estádios de futebol, com a criançada extasiada assistindo PAPAI NOEL descendo de um helicóptero. Hoje, ninguém da área social quer ter um trabalho (lindo) assim! E, para elas, seria muito fácil, porque ganhariam de qualquer fábrica que solicitassem, de empresários, de comerciantes, e teriam os próprios funcionários na ajuda da organização. As primeiras-damas do ES, Aliete Dias Lopes, Maria Rezende, Irene Álvares e Maria Helena Ferreira levaram alegria para muitas famílias com esse trabalho social.
O NATAL acende a conscientização da necessidade de compartilhar, de reconhecer o quanto somos beneficiados por DEUS com saúde, com o nosso trabalho. Esteja certo que ninguém é tão pobre que NADA tenha para oferecer. Neste NATAL, se programe para demonstrar a sua gratidão com um ato solidário. Você permitirá que um ser humano sinta a magia do NATAL e com absoluta certeza sentirá o seu coração em compasso de alegria, porque essa é a grande oportunidade de nos redimir e, embalados na emoção da comemoração de Jesus Cristo, poder de fato e de direito abraçar a nossa família com o sentimento de dever cumprido. FELIZ NATAL!



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