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CLASS/EDITORIAL

JUBILEU DE PRATA DA CLASS

25 ANOS? Sim! Comemoramos o Jubileu de Prata de um veículo de comunicação que ainda no embrião já tinha inimigos gratuitos e prontos para o ataque com a proposta de impedir o seu nascimento. Entretanto, em toda a nossa história de vida, sempre convivemos entre o AMOR e o ÓDIO, entre os aplausos e as vaias, entre a falsidade e a realidade, entre “amigos” que se foram e sequer lembraram de dizer ADEUS, ou de explicar a razão pela qual preferiram aderir ao pelotão dos “inimigos”.
O meu jeito de ser, onde prefiro a crueldade da realidade à bajulação mentirosa, trouxe sim algumas inimizades. Alguns tentei recuperar, achando que valeria a pena, mas de­pois cheguei à conclusão que realmente “amizade é como cristal: quando racha, não tem jeito!”
Mas, em compensação, tenho amigos de toda uma existência, gente que vibra com o meu sucesso e se o fracasso tenta se aproximar, lá estão, fazendo uma muralha em nossa defesa. Esses são os amigos VERDADEIROS.
Entendo que quando entrei no colunismo social, 40 anos atrás, os ricos e famosos eram outros e estavam acostumados a ler somente o que lhes interessava – o elogio falso que garantia convites para festas íntimas porque naquela época realmente a sociedade era fechada, era um mundo exclusivo para os bem-nascidos, os bem-sucedidos. As colunas falavam desse grupo.
Como sempre tive o hábito de criar estilo, de ser diferente, entrei num caminho distinto. E isso quem melhor definiu até hoje foi o meu amigo Rogério Medeiros quando fez uma entrevista comigo para o seu poderoso site Século Diário e colocou a seguinte man­chete: “Jorginho Santos inventou o colunismo social sem puxa-saquismo.” Exatamente isso! E vocês sabem, rico acha que tem de ser bajulado, que tudo dele é mais bonito, o maior e mais exclusivo. Sem contar que eles consideram as suas presenças em even­tos a consagração para o anfitrião. Não todos, porque toda regra tem exceção, mas a maioria é assim.
Até mesmo os novos ricos já chegam botando banca. Daí, as críticas habituais em nos­sas colunas transformavam-me em “persona non grata” em seus eventos. Quando re­solvi aceitar o desafio de ter o meu veículo de comunicação, alguns achavam que sem eles não iria muito longe. Foi quando o decano do colunismo social se animou e abriu guerra contra o meu trabalho, chegando a citar em sua coluna no dia do lançamento da CLASS: “Aposto que não dará em nada!”
Era tudo que eu precisava! Adoro desafios!!! Nunca quis ser o maior, o melhor. A minha preocupação era criar uma nova sociedade, abrir espaço para gente de valor, culta, indiferente ao saldo bancário, e que de alguma forma contribui para a sociedade, mas nunca teve reconhecimento. E isso ninguém poderá negar que consegui.
Aliás, fiz reconhecimento de pessoas que estavam há anos trabalhando sério, trazendo emprego e progresso para o Estado, convivendo na alta sociedade, mas que nunca havia recebido uma homenagem à altura da sua dedicação. Quem? O nosso querido Toninho Neffa, um empresário que, junto com a saudosa Maria Helena, abriu o primeiro supermercado, hotéis e o Centro de Convenções.
É preciso dizer que depois de um certo tempo a força do nosso veículo podia ser con­firmada, e até hoje ainda é assim, diante de algo notório: basta uma citação em minha coluna para garantir reconhecimento por outras colunas, que logo passam a citar. Nun­ca tive “grupinhos” preferenciais.A minha preocupação é movimentar a sociedade com eventos glamorosos, proporcionar noites de alegria e inesquecíveis. Isso sim é obrigação de um colunista social. Muito embora ainda existam os que condenem e são capazes até de questionar a cobrança de um convite. Ora, quem não pode pagar por um convite não merece frequentar a chamada elite. E se pode e não quer pagar, pior ainda, que fique em casa esperando um convite de boca livre, mas não condene o trabalho dos outros. Só quem faz eventos sabe o quanto isso é difícil e pode avaliar o trabalho, a responsabilidade e os custos.
Mas, sobre isso não me prolongarei. Já vivo essa situação há 40 anos, já sei muito bem quem vale a pena e outros que nem pena valem. Enfim, tudo isso só para esclarecer um pouco do orgulho de ter chegado aos 25 anos com a marca CLASS consagrada. Amigos ou inimigos sabem que ela é a única na história da imprensa capixaba que conseguiu pe­riodicidade durante tantos anos. E isso não seria possível sem o apoio de empresários de médio e grande porte, que acreditaram em nosso trabalho, que viram a seriedade com que sempre o conduzimos.
E quando todos juravam que jornais e revistas estavam fa­dados ao fracasso, permanecemos VIVOS porque, princi­palmente na área social, é evidente que só o papel é docu­mento. Assim, continuamos sendo referência se o assunto é revista. Mas, temos o nosso site com enorme sucesso para outro público. No mais, é hora de deixar a nossa carinhosa mensagem, bastante conhecida e até já copiada: Obrigado! Obrigado! Obrigado!

JORGINHO SANTOS, diretor responsável



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